• Yubertson Miranda

Alienígenas entre nós: quando minha jornada astrológica começou…


Na década de 90, vivi uma fase extremamente “esquisotérica.” Frequentei inúmeros grupos (templos, igrejas, centro espíritas, institutos ufológicos, escolas iniciáticas, terreros, etc.). E lia tudo que você pode imaginar de maluco. Maluco agora. Na época, acreditava em cada profecia e conhecimento sem muito filtro de bom senso.

E nessas leituras, na fase em que pesquisava ufologia e me dedicava a fazer avistamentos, eu me deparei com um livro: ALIENÍGENAS ENTRE NÓS, de Ruth Montgomery. Comprei na tradicional Livraria Status – lá na Savassi, onde morava.

Esse foi o livro responsável pelo meu amor à Astrologia. Doido, né? Foi esse exemplar que me fez ser fisgado pelo conhecimento astrológico. Porque fiquei fascinado por um personagem (real) do livro:

FREDERICK VON MIERERS

Ele é um ocupante de corpo. É uma alma magnânima no reino espiritual que troca de lugar com outra que deseja abandonar o corpo físico. Tipo: neguinho tá de saco cheio da vida. Já construiu um corpo, uma identidade, tem uma história, um passado, família, etc. Porém, tá a fim de rachar fora. Então, essa alma dá lugar a outra, a qual usa o corpo físico daquela para cumprir com alguns propósitos.  E isso implica num processo de profunda transformação. Porque os hábitos comportamentais e estilo de vida daquela são outros, em função de que um novo espírito habita aquele corpo.

Meu nível de identificação foi tanto com Frederick von Mierers que eu me considerava um Ocupante de Corpo. Ai, ai… eu e minhas viagens netunianas daquela época. Claro que não saía berrando por aí que era um entrante. Porque tinha um pouco de sanidade mental e sabia dos riscos de ser internado, caso bancasse publicamente essas ideias malucas.

Fato é que Frederick von Mierers é um Astrólogo. E o modo como ele exercia a Astrologia – descrito no livro – é absolutamente fascinante. Era de um jeito que me fez amar a Astrologia e querer ser astrólogo. Nesse tempo, eu começava a ler livros de Numerologia. E, até então, nem lia horóscopo. Nunca tinha me despertado um milímetro de vontade de me enveredar por aprender astrologia.

Tudo mudou com a leitura deste livro. Eu simplesmente senti uma sede voraz pelo conhecimento astrológico. Eu queria ser um astrólogo tal como Frederick von Mierers.

Na página 137, está escrito:

“Frederick, que vendera seus valiosos bens para financiar seus videoteipes e circuitos de palestras, explica que todas as suas necessidades são atendidas. ‘Não importa o que aconteça, tudo vem à pessoa, contanto que esteja servindo a Deus e à humanidade.”

Outra frase de Frederick: “Há apenas um pecado, que é impor a própria vontade a outras pessoas. Caso contrário, a vida é uma celebração, um baile a fantasia, e, ao fim de cada existência, despimos a fantasia.”

Na página 139, Ruth comenta sobre Frederick: Não tenta dizer a ninguém o que fazer. Apenas sugere. Emobra não aceite remuneração pro suas conferências sobre filosofia vedanta, até mesmo pagando as próprias despesas de viagem, e tenha gasto setecentos mil dólares em videoteipes que são fornecidos gratuitamente a estações de televisão, inclusive a cabo, ele cobra por suas leituras astrológicas, que faz apenas para Ocupantes de Corpos e aqueles seriamente interessados em transformar as próprias vidas em canais mais frutíferos.

Enfim, desde quando li Alienígenas entre nós, de Ruth Montgomery, eu decidi que iria ser astrólogo. E iniciei minha jornada de estudos e cursos para esse fim.

Beijãozão nocês… Yub

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